quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Edição n.º 49
Entre outros, a edição n.º49 do jornal Região do Castelo, nas bancas na próxima quinta-feira, apresenta-lhe os seguintes conteúdos:
AMBIENTE
Conselhos da Protecção Civil Municipal
OPINIÃO
Manuel Augusto Dias
Palmira Pedro
Manuel Augusto Rodrigues
José Violante
Mariana Miranda da Silva
Joana Dias
Adriano Júlio
REGIÃO
Padre António Duarte Brásio faleceu há 25 anos
Emigrantes em festa no Penela Center
Tribunal de Contas deu "luz verde" ao IC3
Ministério da Educação consuma fecho de escolas
BOMBEIROS
Corporação de Penela à beira do 30.º aniversário
Acidente envolve cinco Bombeiros
FESTAS POPULARES
Concelho em festa
TERCEIRA IDADE
Albertina dos Santos festejou 98 anos
ROTA DAS ALDEIAS
Os encantos do Espinheiro
DESPORTO
Bttistas percorreram as Taliscas
Mato ou Morro de parabéns
CDR Penelense "a postos" para a nova época
MÚSICA
Margarida Gomes sabe cantar
A NOSSA GENTE
Abílio Fernandes
AMBIENTE
Conselhos da Protecção Civil Municipal
OPINIÃO
Manuel Augusto Dias
Palmira Pedro
Manuel Augusto Rodrigues
José Violante
Mariana Miranda da Silva
Joana Dias
Adriano Júlio
REGIÃO
Padre António Duarte Brásio faleceu há 25 anos
Emigrantes em festa no Penela Center
Tribunal de Contas deu "luz verde" ao IC3
Ministério da Educação consuma fecho de escolas
BOMBEIROS
Corporação de Penela à beira do 30.º aniversário
Acidente envolve cinco Bombeiros
FESTAS POPULARES
Concelho em festa
TERCEIRA IDADE
Albertina dos Santos festejou 98 anos
ROTA DAS ALDEIAS
Os encantos do Espinheiro
DESPORTO
Bttistas percorreram as Taliscas
Mato ou Morro de parabéns
CDR Penelense "a postos" para a nova época
MÚSICA
Margarida Gomes sabe cantar
A NOSSA GENTE
Abílio Fernandes
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Editorial
Trabalhar para ganhar…
“Mas será que neste país anda tudo doido?”. Esta frase, com que pusemos termo ao Editorial da edição passada, motivou um email de um leitor a insurgir-se contra a dureza das nossas palavras. Não afirmámos que anda tudo doido, apenas deixámos a questão no ar perante algumas decisões com que nos vamos deparando. Decisões, passe o pleonasmo, de quem tem o poder de decidir. Em causa estava o chorudo “prémio” de 720 mil euros (leu bem, o leitor: 720 mil euros) com que foi “agraciado” o seleccionador Carlos Queiroz por ter levado a Selecção Nacional aos oitavos-de-final do Mundial de Futebol (e não aos quartos-de-final, como por lapso então escrevíamos, o que aumenta a nossa estranheza por se premiar tanto tão parcos objectivos).
O mesmo leitor interrogava-se quanto à pertinência, em plena crise mundial, que tanto se repercute a diversos níveis no nosso dia-a-dia, de serem dedicados dois editoriais seguidos ao desporto-rei e às incidências que o envolvem. Caro Leitor, não era só de futebol que falávamos (muitos dos “pecados” da nossa selecção são extensíveis a toda a actividade do país). Era também, e sobretudo, de organização, de atitude, de liderança, de confiança. Ou da falta delas. Era também, e sobretudo, de trabalho. Ou da falta dele. Não se pense que a nossa vizinha Espanha ganhou por acaso (não se pense, de uma forma mais genérica, que se ganha por acaso). Ganhou porque trabalhou (trabalha) mais e melhor; ganhou porque tem mais e melhores condições de trabalho; ganhou, também, porque acreditou mais. E não só no futebol. Veja-se, entre outros, o exemplo do ténis e do basquetebol, modalidades com mais especificidades e minuciosidade nos pormenores, e que não se jogam “em qualquer lado”, mas nas quais os espanhóis também estão na frente e também conseguiram ser os melhores do Mundo.
Por cá trabalha-se menos (treina-se menos, para utilizar um termo mais condizente com o desporto). Não se “fazem” campeões treinando duas vezes por semana (fazem-se treinando cinco e seis vezes); não se “fazem” campeões realizando treinos de uma hora (fazem-se realizando sessões de treino mais prolongadas e, logo, mais intensas); não se “fazem” campeões trabalhando de forma empírica e pouco avalizada (fazem-se enquadrando os jovens com técnicos conhecedores e ávidos de mais conhecimento) - recordamos sempre frases célebres de Teotónio Lima (“Quem deixou de aprender deve deixar de ensinar”) e de Alberto Martins (“Pior do que não ensinar é ensinar mal”).
Cabe ao poder central e sobretudo local um papel muito importante na criação de infra-estruturas de apoio à prática desportiva. Nunca são demais, é certo, mas as autarquias, de uma forma geral, têm-no feito. A de Penela também. Incongruente é o facto de muitos desses espaços ficarem depois “às moscas”, ou pelo menos com espaços “mortos”, quando deviam estar a “abarrotar” de jovens (e adultos) a praticarem desporto. São inúmeros os exemplos do que acabámos de afirmar. Concretizemos, para que não pareça um “recado”: também em Penela, na peugada do excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube Desportivo e Recreativo Penelense, com apoio do Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Penela, há muito trabalho a fazer em termos de prática desportiva ou, dito de outra forma, mais consistente, de formação desportiva.
“Mas será que neste país anda tudo doido?”. Esta frase, com que pusemos termo ao Editorial da edição passada, motivou um email de um leitor a insurgir-se contra a dureza das nossas palavras. Não afirmámos que anda tudo doido, apenas deixámos a questão no ar perante algumas decisões com que nos vamos deparando. Decisões, passe o pleonasmo, de quem tem o poder de decidir. Em causa estava o chorudo “prémio” de 720 mil euros (leu bem, o leitor: 720 mil euros) com que foi “agraciado” o seleccionador Carlos Queiroz por ter levado a Selecção Nacional aos oitavos-de-final do Mundial de Futebol (e não aos quartos-de-final, como por lapso então escrevíamos, o que aumenta a nossa estranheza por se premiar tanto tão parcos objectivos).
O mesmo leitor interrogava-se quanto à pertinência, em plena crise mundial, que tanto se repercute a diversos níveis no nosso dia-a-dia, de serem dedicados dois editoriais seguidos ao desporto-rei e às incidências que o envolvem. Caro Leitor, não era só de futebol que falávamos (muitos dos “pecados” da nossa selecção são extensíveis a toda a actividade do país). Era também, e sobretudo, de organização, de atitude, de liderança, de confiança. Ou da falta delas. Era também, e sobretudo, de trabalho. Ou da falta dele. Não se pense que a nossa vizinha Espanha ganhou por acaso (não se pense, de uma forma mais genérica, que se ganha por acaso). Ganhou porque trabalhou (trabalha) mais e melhor; ganhou porque tem mais e melhores condições de trabalho; ganhou, também, porque acreditou mais. E não só no futebol. Veja-se, entre outros, o exemplo do ténis e do basquetebol, modalidades com mais especificidades e minuciosidade nos pormenores, e que não se jogam “em qualquer lado”, mas nas quais os espanhóis também estão na frente e também conseguiram ser os melhores do Mundo.
Por cá trabalha-se menos (treina-se menos, para utilizar um termo mais condizente com o desporto). Não se “fazem” campeões treinando duas vezes por semana (fazem-se treinando cinco e seis vezes); não se “fazem” campeões realizando treinos de uma hora (fazem-se realizando sessões de treino mais prolongadas e, logo, mais intensas); não se “fazem” campeões trabalhando de forma empírica e pouco avalizada (fazem-se enquadrando os jovens com técnicos conhecedores e ávidos de mais conhecimento) - recordamos sempre frases célebres de Teotónio Lima (“Quem deixou de aprender deve deixar de ensinar”) e de Alberto Martins (“Pior do que não ensinar é ensinar mal”).
Cabe ao poder central e sobretudo local um papel muito importante na criação de infra-estruturas de apoio à prática desportiva. Nunca são demais, é certo, mas as autarquias, de uma forma geral, têm-no feito. A de Penela também. Incongruente é o facto de muitos desses espaços ficarem depois “às moscas”, ou pelo menos com espaços “mortos”, quando deviam estar a “abarrotar” de jovens (e adultos) a praticarem desporto. São inúmeros os exemplos do que acabámos de afirmar. Concretizemos, para que não pareça um “recado”: também em Penela, na peugada do excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube Desportivo e Recreativo Penelense, com apoio do Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Penela, há muito trabalho a fazer em termos de prática desportiva ou, dito de outra forma, mais consistente, de formação desportiva.
António José Ferreira
Restaurante Louçainha
Broa Cumeeira
Agri.Consumir.Local
Entusiasmo e adrenalina
Opinião
No Região do Castelo desta semana leia Artigos de Opinião assinados por Mariana Miranda da Silva, Manuel Augusto Dias, Joana Dias, Anabela Teixeira, Palmira Pedro e Adriano Júlio.
ADZC de parabéns!
Bombeiros em destaque
Alunos da ETP Sicó em destaque
Ideias de Negócio
Balanço final
Honra à excelência
Matemática em discussão
Workshop sobre mosaicos
Choral nos Açores
Exposição
Bodas de Ouro
Rota das Aldeias
Passeio de Pasteleiras
I Rota da Broa
Aikido em Penela
A Nossa Gente
segunda-feira, 26 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
III Passeio de Pasteleiras
O CRED leva a efeito no próximo dia 25 de Julho o III Passeio de Pasteleiras na Cabeça Redonda. Saiba mais aqui.
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