terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Alexandre Reis brilha em Óbidos
Com o patrocínio de Antena3, Valentim de Carvalho, Município de Óbidos, CampoAventura e Fórum Estudante, foram seleccionados num casting a nível nacional os melhores músicos Sub18 (menores de 18 anos). Os vinte jovens seleccionados, de várias áreas musicais estiveram uma semana em Óbidos num workshop musical denominado Fórum Music Camp, de onde saíram quatro bandas que irão actuar hoje, no Castelo de Óbidos, para o “confronto final”. Penela tem um digno representante neste evento: Alexandre Reis, baterista do grupo “Decibel Zero”, que está nesta final do Fórum Music Camp como baterista da Banda “Ideias Quadradas”.Saiba mais em www.forummusiccamp.pt.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Editorial
Parabéns!
No Lar da Santa Casa da Misericórdia de Penela, onde vive muito bem cuidada e rodeada de "mimos", Albertina dos Santos completou 98 anos de vida. Conforme a ocasião justificava, foi presenteada com um bolo de aniversário trazido pelos sobrinhos e com os "Parabéns a Você" cantados por todos os presentes, entre os quais companheiras e funcionárias. Lúcida e sempre bem-disposta, falou ao Região do Castelo sobre o seu percurso de vida, trilhado lado a lado com a labuta no campo, desde os cinco anos de idade. Parabéns!
Uma sociedade avançada como quer (e deve) ser a portuguesa, não pode (nem deve) descurar o bem-estar dos seus idosos. É uma preocupação que deve começar e ser materializada no intimo da cada ser humano, mas que o poder político não pode ignorar. Felizmente que a fiscalização tem "apertado" e que lares e casas de recolhimento sem as mínimas condições foram obrigadas a fechar portas; felizmente, por outro lado, que instituições há que cumprem na íntegra os preceitos a que estão obrigadas e maximizam as funções que lhes estão atribuídas com base no profissionalismo e nos valores humanos e morais de dirigentes e funcionários. Chapeau!
Além das preocupações já aqui diversas vezes levantadas para com o bem-estar dos idosos, físico, material e também afectivo, não podendo a sociedade fechar os olhos ao dramático fenómeno da solidão, Portugal tem uma dívida para com esta faixa da população. Uma enorme dívida! Há muitos exemplos como o de Albertina dos Santos, de crianças que, naquele tempo, começavam a trabalhar com cinco anos de idade, ou pouco mais. Para trás ficava a parte lúdica (as brincadeiras); pior: para trás ficava, em muitos e muitos casos, o direito à "instrução". Muitos destes idosos, na altura impedidos de "crescer" porque "amarrados" às condições impostas pelo antigo regime, fascista, vivem hoje com pensões de miséria, na casa dos 300 euros mensais, que não dão para mais do que sobreviver. E o que fizeram os políticos da (chamada) democracia? Atribuíram a si próprios duplas e triplas (chorudas) reformas...
Sabemos que esta é uma tendência que não se inverte de um dia para o outro; sabemos que é preciso invertê-la; sabemos que políticos mais imbuídos do espírito nobre da política não teriam permitido manter esta situação...
No Lar da Santa Casa da Misericórdia de Penela, onde vive muito bem cuidada e rodeada de "mimos", Albertina dos Santos completou 98 anos de vida. Conforme a ocasião justificava, foi presenteada com um bolo de aniversário trazido pelos sobrinhos e com os "Parabéns a Você" cantados por todos os presentes, entre os quais companheiras e funcionárias. Lúcida e sempre bem-disposta, falou ao Região do Castelo sobre o seu percurso de vida, trilhado lado a lado com a labuta no campo, desde os cinco anos de idade. Parabéns!
Uma sociedade avançada como quer (e deve) ser a portuguesa, não pode (nem deve) descurar o bem-estar dos seus idosos. É uma preocupação que deve começar e ser materializada no intimo da cada ser humano, mas que o poder político não pode ignorar. Felizmente que a fiscalização tem "apertado" e que lares e casas de recolhimento sem as mínimas condições foram obrigadas a fechar portas; felizmente, por outro lado, que instituições há que cumprem na íntegra os preceitos a que estão obrigadas e maximizam as funções que lhes estão atribuídas com base no profissionalismo e nos valores humanos e morais de dirigentes e funcionários. Chapeau!
Além das preocupações já aqui diversas vezes levantadas para com o bem-estar dos idosos, físico, material e também afectivo, não podendo a sociedade fechar os olhos ao dramático fenómeno da solidão, Portugal tem uma dívida para com esta faixa da população. Uma enorme dívida! Há muitos exemplos como o de Albertina dos Santos, de crianças que, naquele tempo, começavam a trabalhar com cinco anos de idade, ou pouco mais. Para trás ficava a parte lúdica (as brincadeiras); pior: para trás ficava, em muitos e muitos casos, o direito à "instrução". Muitos destes idosos, na altura impedidos de "crescer" porque "amarrados" às condições impostas pelo antigo regime, fascista, vivem hoje com pensões de miséria, na casa dos 300 euros mensais, que não dão para mais do que sobreviver. E o que fizeram os políticos da (chamada) democracia? Atribuíram a si próprios duplas e triplas (chorudas) reformas...
Sabemos que esta é uma tendência que não se inverte de um dia para o outro; sabemos que é preciso invertê-la; sabemos que políticos mais imbuídos do espírito nobre da política não teriam permitido manter esta situação...
António José Ferreira
Conselhos da Protecção Civil
No Região do Castelo desta semana, a Protecção Civil Municipal apresenta-lhe indicações muito importantes sobre prevenção dos incêndios florestais e sobre como proteger-se das ondas de calor. E deixa um apelo contra o desperdício de água.
Opinião
No Região do Castelo desta semana leia Artigos de Opinião assinados por Manuel Augusto Dias, Palmira Pedro, Manuel Augusto Rodrigues, José Violante, Mariana Miranda da Silva, Joana Dias e Adriano Júlio.
Padre Brásio recordado
Luz verde para o IC3
Gerações em convívio
Obras em bom ritmo
Filarmónica sem mãos a medir
Festas Populares
Como é tradicional por altura do Verão, são diversas as festas populares no concelho de Penela. O Região do Castelo esteve nas Taliscas (Nossa Senhora da Piedade), Penela (Nossa Senhora da Nazaré), Vendas de Podentes (Santo António) e Espinhal (Nossa Senhora da Piedade - festa que se prolonga até ao próximo domingo). Segue-se, já no próximo fim-de-semana, Alfafar (Nossa Senhora das Neves) e Cabeça Redonda (Nossa Senhora da Encarnação).
Parabéns!
Aldeia renovada
Bombeiros de boa saúde
Tudo a postos
Parabéns Mato ou Morro
Margarida sabe cantar
A Nossa Gente
terça-feira, 24 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Edição n.º 49
Entre outros, a edição n.º49 do jornal Região do Castelo, nas bancas na próxima quinta-feira, apresenta-lhe os seguintes conteúdos:
AMBIENTE
Conselhos da Protecção Civil Municipal
OPINIÃO
Manuel Augusto Dias
Palmira Pedro
Manuel Augusto Rodrigues
José Violante
Mariana Miranda da Silva
Joana Dias
Adriano Júlio
REGIÃO
Padre António Duarte Brásio faleceu há 25 anos
Emigrantes em festa no Penela Center
Tribunal de Contas deu "luz verde" ao IC3
Ministério da Educação consuma fecho de escolas
BOMBEIROS
Corporação de Penela à beira do 30.º aniversário
Acidente envolve cinco Bombeiros
FESTAS POPULARES
Concelho em festa
TERCEIRA IDADE
Albertina dos Santos festejou 98 anos
ROTA DAS ALDEIAS
Os encantos do Espinheiro
DESPORTO
Bttistas percorreram as Taliscas
Mato ou Morro de parabéns
CDR Penelense "a postos" para a nova época
MÚSICA
Margarida Gomes sabe cantar
A NOSSA GENTE
Abílio Fernandes
AMBIENTE
Conselhos da Protecção Civil Municipal
OPINIÃO
Manuel Augusto Dias
Palmira Pedro
Manuel Augusto Rodrigues
José Violante
Mariana Miranda da Silva
Joana Dias
Adriano Júlio
REGIÃO
Padre António Duarte Brásio faleceu há 25 anos
Emigrantes em festa no Penela Center
Tribunal de Contas deu "luz verde" ao IC3
Ministério da Educação consuma fecho de escolas
BOMBEIROS
Corporação de Penela à beira do 30.º aniversário
Acidente envolve cinco Bombeiros
FESTAS POPULARES
Concelho em festa
TERCEIRA IDADE
Albertina dos Santos festejou 98 anos
ROTA DAS ALDEIAS
Os encantos do Espinheiro
DESPORTO
Bttistas percorreram as Taliscas
Mato ou Morro de parabéns
CDR Penelense "a postos" para a nova época
MÚSICA
Margarida Gomes sabe cantar
A NOSSA GENTE
Abílio Fernandes
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Editorial
Trabalhar para ganhar…
“Mas será que neste país anda tudo doido?”. Esta frase, com que pusemos termo ao Editorial da edição passada, motivou um email de um leitor a insurgir-se contra a dureza das nossas palavras. Não afirmámos que anda tudo doido, apenas deixámos a questão no ar perante algumas decisões com que nos vamos deparando. Decisões, passe o pleonasmo, de quem tem o poder de decidir. Em causa estava o chorudo “prémio” de 720 mil euros (leu bem, o leitor: 720 mil euros) com que foi “agraciado” o seleccionador Carlos Queiroz por ter levado a Selecção Nacional aos oitavos-de-final do Mundial de Futebol (e não aos quartos-de-final, como por lapso então escrevíamos, o que aumenta a nossa estranheza por se premiar tanto tão parcos objectivos).
O mesmo leitor interrogava-se quanto à pertinência, em plena crise mundial, que tanto se repercute a diversos níveis no nosso dia-a-dia, de serem dedicados dois editoriais seguidos ao desporto-rei e às incidências que o envolvem. Caro Leitor, não era só de futebol que falávamos (muitos dos “pecados” da nossa selecção são extensíveis a toda a actividade do país). Era também, e sobretudo, de organização, de atitude, de liderança, de confiança. Ou da falta delas. Era também, e sobretudo, de trabalho. Ou da falta dele. Não se pense que a nossa vizinha Espanha ganhou por acaso (não se pense, de uma forma mais genérica, que se ganha por acaso). Ganhou porque trabalhou (trabalha) mais e melhor; ganhou porque tem mais e melhores condições de trabalho; ganhou, também, porque acreditou mais. E não só no futebol. Veja-se, entre outros, o exemplo do ténis e do basquetebol, modalidades com mais especificidades e minuciosidade nos pormenores, e que não se jogam “em qualquer lado”, mas nas quais os espanhóis também estão na frente e também conseguiram ser os melhores do Mundo.
Por cá trabalha-se menos (treina-se menos, para utilizar um termo mais condizente com o desporto). Não se “fazem” campeões treinando duas vezes por semana (fazem-se treinando cinco e seis vezes); não se “fazem” campeões realizando treinos de uma hora (fazem-se realizando sessões de treino mais prolongadas e, logo, mais intensas); não se “fazem” campeões trabalhando de forma empírica e pouco avalizada (fazem-se enquadrando os jovens com técnicos conhecedores e ávidos de mais conhecimento) - recordamos sempre frases célebres de Teotónio Lima (“Quem deixou de aprender deve deixar de ensinar”) e de Alberto Martins (“Pior do que não ensinar é ensinar mal”).
Cabe ao poder central e sobretudo local um papel muito importante na criação de infra-estruturas de apoio à prática desportiva. Nunca são demais, é certo, mas as autarquias, de uma forma geral, têm-no feito. A de Penela também. Incongruente é o facto de muitos desses espaços ficarem depois “às moscas”, ou pelo menos com espaços “mortos”, quando deviam estar a “abarrotar” de jovens (e adultos) a praticarem desporto. São inúmeros os exemplos do que acabámos de afirmar. Concretizemos, para que não pareça um “recado”: também em Penela, na peugada do excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube Desportivo e Recreativo Penelense, com apoio do Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Penela, há muito trabalho a fazer em termos de prática desportiva ou, dito de outra forma, mais consistente, de formação desportiva.
“Mas será que neste país anda tudo doido?”. Esta frase, com que pusemos termo ao Editorial da edição passada, motivou um email de um leitor a insurgir-se contra a dureza das nossas palavras. Não afirmámos que anda tudo doido, apenas deixámos a questão no ar perante algumas decisões com que nos vamos deparando. Decisões, passe o pleonasmo, de quem tem o poder de decidir. Em causa estava o chorudo “prémio” de 720 mil euros (leu bem, o leitor: 720 mil euros) com que foi “agraciado” o seleccionador Carlos Queiroz por ter levado a Selecção Nacional aos oitavos-de-final do Mundial de Futebol (e não aos quartos-de-final, como por lapso então escrevíamos, o que aumenta a nossa estranheza por se premiar tanto tão parcos objectivos).
O mesmo leitor interrogava-se quanto à pertinência, em plena crise mundial, que tanto se repercute a diversos níveis no nosso dia-a-dia, de serem dedicados dois editoriais seguidos ao desporto-rei e às incidências que o envolvem. Caro Leitor, não era só de futebol que falávamos (muitos dos “pecados” da nossa selecção são extensíveis a toda a actividade do país). Era também, e sobretudo, de organização, de atitude, de liderança, de confiança. Ou da falta delas. Era também, e sobretudo, de trabalho. Ou da falta dele. Não se pense que a nossa vizinha Espanha ganhou por acaso (não se pense, de uma forma mais genérica, que se ganha por acaso). Ganhou porque trabalhou (trabalha) mais e melhor; ganhou porque tem mais e melhores condições de trabalho; ganhou, também, porque acreditou mais. E não só no futebol. Veja-se, entre outros, o exemplo do ténis e do basquetebol, modalidades com mais especificidades e minuciosidade nos pormenores, e que não se jogam “em qualquer lado”, mas nas quais os espanhóis também estão na frente e também conseguiram ser os melhores do Mundo.
Por cá trabalha-se menos (treina-se menos, para utilizar um termo mais condizente com o desporto). Não se “fazem” campeões treinando duas vezes por semana (fazem-se treinando cinco e seis vezes); não se “fazem” campeões realizando treinos de uma hora (fazem-se realizando sessões de treino mais prolongadas e, logo, mais intensas); não se “fazem” campeões trabalhando de forma empírica e pouco avalizada (fazem-se enquadrando os jovens com técnicos conhecedores e ávidos de mais conhecimento) - recordamos sempre frases célebres de Teotónio Lima (“Quem deixou de aprender deve deixar de ensinar”) e de Alberto Martins (“Pior do que não ensinar é ensinar mal”).
Cabe ao poder central e sobretudo local um papel muito importante na criação de infra-estruturas de apoio à prática desportiva. Nunca são demais, é certo, mas as autarquias, de uma forma geral, têm-no feito. A de Penela também. Incongruente é o facto de muitos desses espaços ficarem depois “às moscas”, ou pelo menos com espaços “mortos”, quando deviam estar a “abarrotar” de jovens (e adultos) a praticarem desporto. São inúmeros os exemplos do que acabámos de afirmar. Concretizemos, para que não pareça um “recado”: também em Penela, na peugada do excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube Desportivo e Recreativo Penelense, com apoio do Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Penela, há muito trabalho a fazer em termos de prática desportiva ou, dito de outra forma, mais consistente, de formação desportiva.
António José Ferreira
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