quarta-feira, 23 de maio de 2012
Aplausos para Penela
História de Caspirro
Exposição de João Pocinho
Fernanda Filipe em entrevista
Make it!
Jantar Vínico (parte II)
Época memorável!
Rota das Aldeias
Opinião
No Região do Castelo desta semana leia artigos temáticos e de opinião assinados por João Horta, Pedro Mendes, Joana Dias, Luís Santarino, Palmira Pedro, José Carlos Reis, Rosa Alves Luís, Mário Nunes, Manuel Augusto Dias, Adriano Júlio, António Arnaut e Iolanda Chaves.
A Nossa Gente
terça-feira, 15 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Dobradinha!
| A Taça é do Penelense! A equipa de Jorge Duarte venceu esta tarde "Os Águias", por 4-1, na final da Taça AFC, e juntou este troféu ao título da Divisão de Honra e à subida à 3.ª Divisão nacional, feitos já anteriormente garantidos. Uma época de sonho! PARABÉNS! Saiba mais aqui. |
sábado, 12 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Editorial
É impossível não concordar…
Como era esperado, o discurso de António Arnaut foi o momento alto do
Almoço de Homenagem realizado no passado dia 21 de abril. Tirando a reflexão
ideológica de mais estado ou menos estado, que continua a dividir a esquerda e
a direita, é impossível não concordar com as contundentes palavras do Dr.
António Arnaut – e injusto não enaltecer o facto de continuar a resistir e a
lutar, ao contrário de tantos outros que, com o tempo, se foram passando para o
lado do “sistema”. É impossível não concordar que há “injustiças evitáveis, desigualdades gritantes,
corrupção à solta e especuladores impunes”; é impossível não concordar que “Portugal
está capturado por grandes e pequenos interesses e a caminhar insensatamente
para o precipício”; é impossível não concordar que “precisamos de mais
seriedade política”; é impossível não concordar que “há desânimo, medo e fome
no rosto amargurado de muitos portugueses”; é impossível não concordar que “é
preciso fazer brilhar o Sol com que se escreve a palavra solidariedade”.
Estamos certos
que, à esquerda ou à direita, qualquer político que “sente e não mente”
concordará que Portugal deve urgentemente encontrar um novo rumo, mais justo e
solidário. Porque não o faz então? Porque persistem as injustiças e as desigualdades?
Porque há cada vez menos ricos e cada vez mais pobres? Porquê? Aparentemente porque
os partidos e as pessoas que os integram se transfiguram quando passam da
oposição ao poder. Acontece com uns; acontece com outros. Aconteceu com o
Partido Socialista de José Sócrates (quem não se lembra dos 150 mil empregos?);
acontece agora com o Partido Social Democrata de Pedro Passos Coelho (quem não
se lembra das propostas de solução dos problemas que apresentou na campanha e pré-campanha?).
Ouvimos, na
SIC Notícias, a entrevista concedida pelo Ministro das Finanças a Nuno Rogeiro
e Martim Cabral. Não se duvida da preparação e dos conhecimentos técnicos de
Vítor Gaspar. Mas ao ouvi-lo bater na tecla da austeridade surgem diversas
questões: saberá que há pessoas? Saberá que há jovens com o futuro adiado?
Saberá que há idosos com a vida perdida? Saberá que há (cada vez mais)
portugueses sem emprego? Saberá que há pais sem pão para os filhos? Saberá que
há portugueses a ficar sem lar? E mais: porque não demonstra Vítor Gaspar (e
Pedro Passos Coelho) a mesma firmeza para com os poderosos do costume? Porque
não põe os bancos “na ordem”? Porque não acaba com os escandalosos contratos
das PPP? Porque não diminui as rendas empresariais?
A este
propósito disse em entrevista ao Sol o presidente do Tribunal Constitucional,
Rui Moura Ramos, que "os contratos em PPP e as rendas empresariais não são
intocáveis, como não o foram os direitos individuais". Aguardemos…
António José Ferreira
Cavaco Silva visitou Penela
Carlos Courelas em entrevista
25 de abril
Mercado do Queijo e dos Romanos
Cerejeiras no Ontem
Economia Social
Professora Luísa homenageada
segunda-feira, 7 de maio de 2012
3 perguntas a... Eduardo Silva
XV Semana Aberta
Bronze para João Pimentel
Homenagem a António Arnaut
Dia de fé e devoção
Opinião!
No Região do Castelo desta semana leia artigos temáticos e de opinião assinados por Renato França, Álvaro Mendes, Carlos Varandas, João Lopes, Palmira Pedro, Helena Rodrigues, Manuel Augusto Dias e Adriano Júlio.
Joaquim Horta em entrevista
Jorge Duarte quer a vitória!
Festa!
A Nossa Gente
domingo, 6 de maio de 2012
MÃE
Saudade é amar um passado, sempre presente
Lembrar a nossa Mãe que partiu para sempre
Que nos deu a vida e nos fez crescer.
Saudade é olhar o infinito
E em nossa alma sufocar o grito,
De jamais lhe podermos dizer
Amo-te Mãe!
Maio. Dou-te uma flor que vais aceitar
E quando na jarrinha a for colocar
Dir-te-ei de novo
Amo-te Mãe!
E se o desperdício da vida está no amor que não demos
Vem depois o arrependimento,
Daquilo que não fizemos!
Junto com o sofrimento
Quando já tudo perdemos!
E tão poucas vezes dissemos!
Amo-te Mãe. E ao Pai também…
Perdi-vos mas continuarei a amar-vos
Palmira Pedro
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