terça-feira, 9 de julho de 2013

Obrigado, Dr. Mário Nunes!

Em 2008 comuniquei-lhe a intenção de lançar o nosso Região do Castelo. Recebeu-me na Casa da Cultura, em Coimbra – era então vereador com essa pasta, no executivo de Carlos Encarnação. Expliquei-lhe as linhas do projeto, falámos do concelho, da importância dos jornais, e desde logo recebi palavras de incentivo. Não o notei muito convencido do êxito do Região do Castelo, no entanto, certamente conhecedor, pela sua experiência, das dificuldades de implantação de um jornal local num pequeno concelho como Penela. E como tinha razão! Não foi tarefa fácil chegar a esta 106.ª edição. Sabemos que nos reconhecia a persistência.
Ficou a porta aberta, acedendo ao convite logo ali formulado, para ser nosso colunista de opinião. O que só viria a verificar-se em outubro de 2011. Pelo meio, com a frontalidade que o caracterizava, a expressão de um lamento em resposta à nossa frequente insistência: o Região do Castelo falava pouco do Espinhal. Crítica que aceitámos. Afinal que mal tem defender-se o que é nosso e mais gostamos?
Explicámos que essa lacuna se verificava unicamente por termos uma estrutura pequena e que não nos permitia acorrer a todo o concelho da forma como desejaríamos. Explicação que também aceitou. Aumentámos a “cobertura”, não só em relação ao Espinhal mas a todas as outras freguesias, melhoria que o próprio Dr. Mário Nunes reconhecia no seu primeiro artigo, publicado na edição n.º 74: “Há alguns meses que notamos uma mudança e a aproximação ao contexto que preconizamos. Nesse sentido, ‘esquecemos’ o descanso (escrevemos uma vez por mês) e queremos contribuir para que, através deste veículo de comunicação, a mensagem que produzimos beneficie o concelho e a região, como um todo homogéneo, e proporcione a valorização das suas gentes e, também, a nossa, pelo que idealizamos, investigamos e redigimos para os leitores. Pensamos escrever, frequentemente, sobre o nosso concelho”. No mesmo artigo dedicou palavras ao nosso jornal, que muito agradecemos e nos dão forças rumo ao futuro: “E se comunicar é, também, fazer felizes os outros, o quinzenário Região do Castelo é o mensageiro que transporta, na diversidade cultural das suas páginas e que chegam aos cidadãos que o leem, os valores intrínsecos da cultura que lhes vai proporcionar serem mais felizes”.
Hoje publicamos o seu último artigo mensal, periodicidade que religiosamente cumpria. Um texto revelador do seu rigor, na documentação, na investigação e na escrita.
Seria provavelmente o próximo homenageado pelo nosso jornal, em 2014 – ficou assim alinhavado numa primeira abordagem que lhe fizemos e o convite seria lançado ainda este ano. Todos aqueles que o admiravam, espinhalenses, penelenses e não só, não deixarão de lhe prestar essa merecida homenagem, entre outras formas através da leitura dos seus livros e artigos.
A equipa de trabalho do jornal Região do Castelo endereça as mais sentidas condolências a toda a família enlutada, muito particularmente à esposa Maria de Lurdes e aos filhos Inês Leonor e Mário Afonso.
Obrigado, Dr. Mário Nunes!

António José Ferreira

Último artigo de Mário Nunes no Região do Castelo

Mário Nunes
Historiador
A cultura no espaço e no tempo (12)

Da Quinta de Vouzela resta o portal e o brasão

O concelho de Penela foi fértil em quintas senhoriais (restam algumas mas quase somente no nome), que pertenceram a famílias de linhagem nobre, denominadas de nobreza rural. Não podemos chamar-lhes famílias “latifundiárias” porque a maioria destas quintas não possuía a área suficiente que avaliza esse conceito. Eram terrenos agrícolas e florestas facilmente reconhecidas, logo propícias a um contacto real dos proprietários. Estes, eram senhores jurídicos e usufrutuários e não apenas recebedores das mordomias e foros nelas existentes. Não obtinham o significado inerente à época medieval do feudalismo.
Uma dessas quintas concelhias, Quinta de Vouzela, encontra-se no caminho dos Carvalhais e Torre de Chão de Pereiro, percorrendo a estrada que parte do cruzamento que conduz àqueles lugares e situado na via nacional que passa nas Serradas da Freixiosa e prossegue para Miranda do Corvo, passando na Vila do Espinhal. O passante depara-se com um portal de apreciável dimensão, austero, isolado no território envolvente, qual sentinela vigilante da extinta casa nobre, portal que enquadra o brasão nobiliárquico, testemunho restante da família que foi possuidora daquele património. Sem indicação (legenda ou algo semelhante) transforma-se em curiosidade para o passante que desconhece o seu passado, embora se apresente como um “ícone” familiar senhorial daquele espaço. Família terratenente, hoje alcunhada, pejorativamente, de “cacique local”, dominava, política, económica e socialmente, toda a área ao redor e sob a sua jurisdição. Era servida, na maior parte, por dezenas de trabalhadores agrícolas, criados e serviçais, que cuidavam das terras, da casa, das crianças e dos bens da agricultura, havendo outros servidores arrendatários das piores terras, que pagavam, pelo São Miguel, uma renda, o foro (galinhas, cereais, vinho, azeite, ovos, peles de animais, etc). Os senhores (dons) eram “venerados” e respeitados numa obediência servil, quase como “deuses”, pois incorporavam a cadeia hierárquica da nobreza real bem sintonizada na frase “palavra de rei não volta atrás, é sagrada”). Herdeiros das melhores propriedades de cultivo e das florestas onde abundavam a madeira, os animais e a as aves, levavam uma vida de opulência com festas, banquetes, caçadas, romances amorosos e outros divertimentos sociais.
O brasão esquartelado, de feição oitocentista, que encima o portal da Quinta de Vouzela, oferece a identificação dos seus possuidores, porquanto a pedra de armas, agora segura no portal (esteve em risco de cair e, nós, há anos, denunciámos a situação), apresenta a leitura dos elementos heráldicos das famílias que foram proprietárias da quinta e que resultaram de casamentos ou doações. Assim, vemos no brasão: I - Mendonças; II – Cunhas; III – Almeidas; IV – Mascarenhas. O timbre mostra uma coroa estilizada como coronel de nobreza, aparentada com a de Conde, usufruindo dessa grandeza por um dos membros familiares ser Par-do-Reino, um cargo das gradas personagens da nobreza. Logo, a quinta foi pertença de ilustres famílias nobres.
Na verga do portal lemos a data de 1831, uma data que corresponde ao período da reconstrução e restauro de que foi alvo a partir de 1820, quando a quinta pertencia ao Dr. José Maria de Mendonça. No entanto, a quinta tem existência mais antiga, pois transporta-nos para Luiz Colaço Mexia e esposa, Sabina de Almeida Mascarenhas, ele do Espinhal e ela da Quinta das Pontes, proprietários da mesma na primeira metade do século XVII. Sucessores de Lopo de Almeida por morte deste e com ramificações em diferentes gerações de terratenentes que residiam nas quintas ao redor do Espinhal, Cerejeiras, Bera (Almalaguês) e Penela, alguns foram batizados nas igrejas do Espinhal e Santa Eufémia, havendo uma dama, D. Úrsula, que foi sepultada no convento de Santo António, em Penela.
Alguns dos sucessivos herdeiros da Quinta de Vouzela e cujos símbolos heráldicos estão no brasão, foram bacharéis pela Universidade de Coimbra, em Cânones e Leis, o que testemunha a sua importância nas áreas sociais, académicas, económicas e culturais.
Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834 e a liberalização gradual da sociedade, a nobreza foi perdendo poder e privilégios, usurpados os seus bens, retalhadas as suas propriedades rurais e empobrecendo com o tempo. Desta forma, a Quinta de Vouzela com a sua casa senhorial e terrenos e floresta foi desmembrada e alienada. Atualmente preserva para sua identificação apenas o portal e o brasão que recordam os tempos áureos da sua existência, tendo desaparecido a casa e os espaços ajardinados do exterior.
Temos em nosso poder mais documentação que pesquisámos e que regista a evolução nobiliárquica das famílias que ali habitaram ou foram proprietárias. Porém, transcrevê-la seria fastidiosa a sua leitura, pelo que optámos por esta síntese, que oferece uma imagem do valor daquele património setecentista que sucumbiu com o tempo e por mor dos homens.

Editorial

A história do louco…

Rosa Henriques. Minha Professora de Português no 1.º e 2.º Ano do “Ciclo”. Aulas muito agradáveis, nas quais falávamos de tudo um pouco, desde livros, teatro, cinema (disse-nos a dada altura: “Quando virem um filme não deixem de ler a Ficha Técnica pois lá estão os nomes de todos aqueles que trabalharam para que a obra final se tornasse realidade”); o contacto com a natureza (que depois, na sala, “pintávamos” com palavras); o gosto por contar e ouvir histórias (para uma redação lançou-nos o desafio de escrevermos sobre uma pessoa idosa, não da nossa família, mas com quem convivêssemos e contactássemos – escrevi sobre a Mariana, uma velhinha sozinha que connosco brincava, ria e sorria, partilhava valores, carinho, amizade); o gosto e o respeito por esta nossa Pátria que é a Língua Portuguesa (desculpe, “Setora”, as calinadas no Português que por vezes teimosamente persistem, isto apesar de procurarmos tratá-lo com o respeito devido que nos ensinou). Com a recordação da Prof.ª Rosa Henriques, a que mais me marcou positivamente, presto a minha homenagem a todos os Professores, agentes fundamentais no Ensino/Educação das crianças e jovens. E adultos…

Sim: e adultos. Pelo reencontro com a história que, felizmente, alguns governantes e autarcas se vão preocupando em fazer (a Universidade Sénior de Penela, aberta a todos, é disso um excelente exemplo). A propósito do passado. A dada altura de um debate parlamentar, na sequência de “mimos” dirigidos das galerias aos Deputados, José Manuel Canavarro pediu a palavra para defender a honra da mãe. Um procedimento regimental certamente pouco habitual, mas que compreendemos por condenarmos o insulto fácil e gratuito e por concordarmos que nada vale e nada resolve. Mas na mesma medida em que defendeu a honra de sua mãe, peço ao Sr. Deputado que defenda a dignidade da minha, que, em tempos muito difíceis, saiu de casa para trabalhar aos… 7 anos de idade. Tanta coisa ficou para trás… Trabalhou toda a vida e hoje, com uma parca reforma, é considerada rica pelo Governo que Vossa Excelência galhardamente defende. Defenda a honra da sua mãe, Sr. Deputado, com todas as suas forças. Mas eu também lhe exijo que defenda a dignidade da minha e a de todos os idosos a quem as políticas seguidas conduzem preocupantemente à precariedade!

Não deve ser muito confortável, aliás, ser Deputado. Compreende-se a disciplina partidária, porque não se pode estar dentro e fora ao mesmo tempo, mas, por exemplo, com que cara ficam os Deputados quando é o próprio Governo que cegamente defendem que vem depois dar o dito por não dito, que vem tomar medidas que há muito deviam ter sido tomadas, que vem defender e aplicar o que há muito é sugerido e proposto pela Oposição, que vem justificar atabalhoadamente as previsões e os números que apresentou e defendeu. De que valeram as palavras inflamadas? De que valeram as palmas? De que vale, assim, ser Deputado?

O atual Governo faz lembrar a história do louco, que vai ao médico e lhe diz: “Sr. Dr., eu estou bem da cabeça mas à minha volta está tudo maluco”. De todos os setores e quadrantes políticos, desde patrões e empresários a ilustres militantes do principal Partido do Governo, são muitas as vozes que condenam as políticas implantadas por Pedro Passos Coelho, mormente o caminho intransigente da austeridade, contrário aos crescimento económico e à criação de emprego. Caminho que o Governo insiste em trilhar, justifica, pelo equilíbrio das contas públicas, pela consolidação orçamental e pela credibilização da imagem externa. Metas importantes, sem dúvida, mas que não podem ser atingidas à custa dos “cadáveres” que vão ficando pelo caminho. É imperioso que os atuais governantes saiam dos gabinetes e constatem que há portugueses a sucumbir perante a austeridade imposta. Basta!

Nem de propósito. Escrevíamos estas linhas quando soubemos da demissão de Vítor Gaspar, ao cabo de 740 dias como ministro das Finanças. Não se estranha a saída do todo poderoso ministro, vítima do caminho que impôs ao país (por exemplo por não ter percebido que quem verdadeiramente faz criar empregos são os consumidores e não os empresários). Estranha-se, isso sim, a escolha de Maria Luís Albuquerque para lhe suceder. Porque é um claro sinal de que Pedro Passos Coelho pretende manter as mesmas políticas; porque o próprio Governo contraria a imagem de credibilidade que exige aos portugueses; e porque, seguramente, nos próximos dias vai-se falar mais de swaps e menos do que é realmente importante para o crescimento do país…           


António José Ferreira

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Primeira Página

Suplemento da Misericórdia

A edição n.º 106 do jornal Região do Castelo inclui um Suplemento da Santa Casa da Misericórdia de Penela.

Smart Rural World Congress

Soluções inovadoras para áreas rurais foram apresentadas no decorrer do Smart Rural World Congress, que decorreu no Duecitânia Design Hotel. O Região do Castelo esteve lá.

Boa broa é na Cumeeira

Boa broa é na Cumeeira. O Região do Castelo esteve na feira destinada à promoção deste produto local, que decorreu no passado domingo.

Rota da Broa

A Rota da Broa, organizada pelo Centro Cultural da Cumeeira, constituiu uma excelente oportunidade para a prática desportiva. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

O sabor de Podentes

Os produtos endógenos, mormente o bom vinho da região de Podentes, estiveram em destaque na edição deste ano da Vinalia. O Região do Castelo esteve lá.

Ganhou o vinho!

Foram entregues no decorrer da Vinalia os prémios dos concursos de vinhos promovidos pela ViniSicó. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Estrada inaugurada

Foi inaugurada no decorrer da Vinalia a requalificação da estrada municipal Alfafar/Podentes. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Alípio Simões (1958-2013)

Um homem de trabalho que morreu precisamente a trabalhar. Falamos de Alípio Simões, residente no Rabaçal, vítima de um acidente de trator ocorrido no passado sábado. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Mário Nunes (1938-2013)

O Espinhal despediu-se de Mário Nunes, um dos mais queridos filhos da terra. O Região do Castelo esteve lá e preparou uma reportagem que o escritor, historiador e político bem justifica. Testemunhos de Carlos Encarnação, Jorge Pereira, José Antero, José Carlos Reis, José Coelho e Silva, Manuel Ramos, Maria Ilda Carvalho, Palmira Pedro, Paulo Júlio e Teresa Portugal.

Só faltaram mesmo... os jovens...

Patrícia França, Rui Duarte, Joana Martins e Pedro Tiago Mendes participaram num debate sobre os problemas da juventude, organizado pelo nosso jornal, e a que só faltaram mesmo... os jovens...

Eduardo Santos apresentou candidatura

Eduardo Nogueira dos Santos apresentou a candidatura à Câmara Municipal de Penela. Reportagem no Região do Castelo desta semana.

Bandeiras hasteadas na Louçainha

Com um programa recheado com diversas atividades, foram hasteadas as bandeiras na Praia Fluvial da Louçainha. O Região do Castelo esteve lá.

Incêndios no concelho de Penela

Ocorrências em Cumeeira e Favacal, prontamente "atacadas" pelos Bombeiros de Penela, demonstram bem que estamos em plena "época de fogos". Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Rota das Aldeias

Prossegue o périplo do Região do Castelo pelas bonitas aldeias do concelho de Penela. Desta vez a nossa reportagem visitou as Grocinas, na Freguesia da Cumeeira.

Alunos bem preparados

Altamente preparados. É esta a imagem deixada em Barcelona os nove alunos da ETP Sicó que estão a estagiar naquela cidade espanhola ao abrigo do Projeto Leonardo da Vinci. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Marcha contra a fome

"Contra a fome, Pela vida!" foi o lema de uma iniciativa organizada pelo Agrupamento de Escolas de Infante D. Pedro, que percorreu as ruas de Penela numa caminhada sensibilizadora e solidária. Reportagem no Região do Castelo desta semana

A arte de bem receber

Uma sala acolhedora e pratos bem confecionados, em associação com a arte de bem receber, fazem o sucesso do Restaurante D. Sesnando, gerido por Carlos Zuzarte. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Piscinas Bar com nova gerência

Qualidade de produtos e serviços é o principal desígnio da nova gerência do Piscinas Bar. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Café São Miguel com nova gerência

O Café São Miguel, na Rua de Coimbra, em Penela, reabriu recentemente com nova gerência. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Moda e glamour

Espaço dedicado ao glamour e à moda. Assim se define a GlamourSeason, loja que abriu em Penela em fevereiro deste ano e que pode conhecer melhor no Região do Castelo desta semana.

António Rodrigues em entrevista

António Rodrigues, presidente da Associação Infante Dom Pedro, fala em entrevista concedida ao jornal Região do Castelo sobre a intensa atividade da associação que lidera e lança o repto aos jovens do concelho para apresentarem projetos a desenvolver no futuro.

Uma vila bacana!

Fernando Júlio, neto de Penelenses, esteve recentemente em Penela e conheceu assim a terra dos seus avós. O Região do Castelo conversou com ele no sentido de aquilatar que relação mantêm os "penelodescendentes" com as raízes dos familiares.

Opinião!

No Região do Castelo desta semana leia artigos temáticos e de opinião assinados por Adriano Júlio, António José Ferreira, Emídio Domingues, Helena Rodrigues, Hugo Rodrigues, Marta Ramos, Mário Nunes, Palmira Pedro, Pedro Alves e Renato França.

ETP é campeã!

A ETP Sicó venceu o 1.º Torneio de Futsal Interescolar do Ensino Profissional. Conheça mais sobre a equipa na edição n.º 106 do Região do Castelo.

Férias Desportivas

Decorrem até 02 de agosto, em Penela, as Férias Desportivas 2013. Mais informações no jornal Região do Castelo.

Podentes Bike Tour

Os trilhos do Podentes Bike Tour13 foram bastante elogiados pelos participantes. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

Incursão à Serra da Estrela

Numa já tradicional organização de António Alfredo (Tófê), participaram numa incursão à Serra da Estrela cerca de 50 amantes do todo-o-terreno. Saiba mais na edição n.º 106 do jornal Região do Castelo.

Caminhada ao Tua

Seis amigos, todos de Penela, aventuraram-se numa caminhada ao Tua (Mirandela) durante quatro dias. Saiba mais no Região do Castelo desta semana.

A Nossa Gente

A arte de bem cozinhar. Um título que define na perfeição a D.ª Minda, convidada da rubrica A Nossa Gente do Região do Castelo desta semana.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Debate em Penela

"A EDUCAÇÃO EM PORTUGAL"

Sábado
06 de julho
15h00
Auditório Municipal de Penela

MODERADOR:
Sansão Coelho

CONVIDADOS:
Avelino Santos (diretor do Agrupamento de Escolas de Infante D. Pedro de Penela)
Fernanda Dias (dirigente da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas
de Infante D. Pedro de Penela e diretora do Agrupamento de Escolas
de Figueiró dos Vinhos)
Francisco São José Oliveira (Professor Catedrático da Faculdade de Letras
da Universidade de Coimbra)
Mário Nogueira (secretário-geral da FENPROF)

ORGANIZAÇÃO:
Jornal Região do Castelo

APOIO:
Município de Penela

COLABORAÇÃO:
Centro de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut

domingo, 30 de junho de 2013

sábado, 29 de junho de 2013

Funeral de Mário Nunes

O corpo de Mário Nunes está a partir da tarde de hoje na capela da Igreja de S. José (Calhabé - Coimbra).
O funeral, que se realiza amanhã, domingo, é precedido de missa, às 10h00, na igreja de S. José.
O cortejo fúnebre segue depois, às 10h30, para o cemitério da vila do Espinhal, onde Mário Nunes será sepultado.

Morreu Mário Nunes

Mário Nunes, natural do Espinhal, morreu esta manhã na sua casa em Coimbra, vítima de doença súbita. Desde sempre ligado a diversos movimentos associativos, foi, entre outros cargos exercidos, vereador da Câmara Municipal de Coimbra, presidente do Grupo de Arqueologia e Arte do Centro (GAAC) e da Previdência Portuguesa – Casa da Mutualidade de Coimbra. Também no concelho de Penela esteve ligado a diversas instituições, entre elas a Santa Casa da Misericórdia.
Era um impulsionador e divulgador da cultura, da história e do associativismo, entre outras facetas através da escrita em diversos jornais e revistas, entre estes o nosso Região do Castelo.
O funeral realiza-se amanhã, domingo, para o cemitério da vila do Espinhal.
A toda a família de Mário Nunes o Região do Castelo endereça as mais sentidas condolências.

sábado, 22 de junho de 2013

Coimbra é património mundial

A UNESCO aprovou a inscrição da Universidade de Coimbra - Alta e Rua da Sofia, como Património da Humanidade.
Saiba mais aqui.