sexta-feira, 2 de julho de 2010
Biblioburro

Uma iniciativa da ADFP levou livros e leitura às ruas de Miranda do Corvo. O Biblioburro foi acarinhado por miúdos e graúdos. Saiba mais aqui.
PSP faz 143 anos
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Editorial
Sem glória
O seleccionador nacional, como responsável máximo pelo conjunto nacional, tem certamente "culpas no cartório" por (mais uma) modesta participação de Portugal num Mundial. Pelas escolhas dos jogadores, pelas substituições, pela forma como "montou" a equipa e pelas estratégias que definiu para cada embate. E pelo receio que demonstrou em determinados momentos, que não é consentâneo com a caminhada dura que sempre se depara a uma equipa campeã. Mas há outros "culpados"...
"Os jogadores portugueses devem jogar mais e falar menos". Palavras de Laurentino Dias, Secretário de Estado do Desporto, logo após as intempestivas palavras de Deco no final do jogo com a Costa do Marfim. "Nem vou responder para não ser indelicado", retorquiu o presidente da Federação Portuguesa de Futebol. O mesmo Gilberto Madail que, há uns anos, defendeu os seus "meninos" quando estes acabavam (literalmente) de partir um balneário, no final de um jogo que o seleccionado nacional de Juniores disputou em França. Estavam lá alguns dos jogadores que agora integram a principal equipa nacional, inclusive Cristiano Ronaldo, se a memória não nos atraiçoa.
Portugal será campeão do mundo, um dia, se trabalhar de outra forma. E se souber transmitir aos jogadores, por mais "craques" que sejam, que as palavras "humildade" e "sacrifício" fazem parte do dicionário dos grandes campeões. Um trabalho que se faz nas escolas, nos clubes (grandes e pequenos), nas selecções jovens...
Mas, tal como na política, também aqui se coloca a questão: esse trabalho, até aqui por realizar, faz-se com os protagonistas do costume? Ou chegou a altura de os "mesmos de sempre" darem lugar a outros?
António José Ferreira
Especial
Opinião
No Região do Castelo desta semana leia Artigos de Opinião assinados por Mário Nogueira, Joana Dias, Manuel Augusto Rodrigues, Manuel Augusto Dias, Palmira Pedro e Adriano Júlio.
Largo do Pelourinho
Podentes acolheu II Vinalia
República em debate
Nova Papelaria em Penela
Um ballet divertido
Folclore no Rabaçal
Rota das Aldeias
Entrevista de Jorge Duarte
Espectáculo!
A Nossa Gente
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Ganhe bilhetes!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Tudo ou nada
Transmissão na RTP1 e na SporTV1.
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Morreu José Saramago!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Editorial
Portas abertas
O Poder Local é uma das principais conquistas do 25 de Abril. Até essa data histórica e marcante estavam perfeitamente estabelecidos os limites, bem estreitos, em que a sociedade portuguesa podia viver e movimentar-se, sendo a centralização do poder assumida como estratégia de domínio do território e também das mentes e vontades das populações. O espaço para crescer era, portanto, diminuto, mormente nos concelhos mais pequenos e com graduais sinais de desertificação por via da partida de muitos "filhos da terra" em busca de uma vida melhor. Assim era, também, no concelho de Penela, cujo "atraso" tolhia o desenvolvimento e a qualidade de vida dos Penelenses. De então para cá as diferenças são evidentes, a vários níveis (água, luz, acessos, estradas, infraestruturas de apoio à Saúde, à Terceira Idade, à Educação, à Cultura e ao Desporto, isto para citar apenas alguns exemplos). Podia ter sido feito melhor aqui, podia ter sido feito melhor ali? Certamente. Mas o obra fez-se! Há muito a fazer aqui, há muito a fazer ali? Com certeza que sim. E continua a fazer-se! Para que Penela e as suas Freguesias possam fixar os naturais e atrair novos residentes. Com qualidade de vida!
O Turismo enquadra-se perfeitamente na estratégia existente para o Concelho de Penela, cuja beleza natural e arquitectónica, a par dos produtos endógenos, constituem "capitais" a explorar e desenvolver. Assim tem sido feito, com algum esforço, perfeitamente justificado e "avalizado" pela presença de milhares de visitantes nas diversas iniciativas levadas a efeito (como aconteceu, recentemente, por ocasião de mais uma Feira Medieval). Falta alojamento hoteleiro para que o conceito de Turismo possa ser explorado na plenitude, atraindo portugueses "a fazerem férias cá dentro", pelo que se saúdam os empreendimentos em curso na Ponte do Espinhal e nas Aldeias do Esquio e do Pessegueiro.
António José Ferreira
Opinião
No Região do Castelo desta semana leia Artigos de Opinião assinados por Joana Dias, Mariana Miranda de Almeida, Palmira Pedro, Manuel Augusto Dias e Adriano Júlio.
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